Dentro de mim, dentro de minha alma
Chove de trovoadas e relâmpagos
É tanta chuva, tanta aguá que chega escorrer aos olhos
Venho procurando a paz nos outros
Mais nem isso venho encontrando
Só encontro desonestidade e falsidade
Procuro ar para não perder o controle
E me derramar em lagrimas em publico
Procuro ao máximo estar sozinha pelo medo de entrar em pânico e chorar esteticamente
As vezes fico imaginado como fui deixar fugir das minhas mãos
Tudo aquilo que eu sempre quis e sempre sonhei
E agora o que será de mim?
Eu não quero nem pensar como vai ser
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