
Molho meu rosto e fico apavorada.
As perguntas vem acompanhando o tédio
Como a lua acompanha a maldita noite.
Meu subi cociente não resiste tanta pressão,
Então feito criança, começo a chorar
Por não saber onde, quando e a mais doida interrogação:
"POR QUE?"
As perguntas atormentam meu espírito doloroso
Que só se quer livrar desse coração, dessa vida e desse corpo.
O desejo de ver sangue me faz correr pelos cantos
Alimentando a vontade de ir em um caminho sem volta
Cheio de escuridão e silêncio
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